Notícias Dia Mundial da Água: CAPES investe em sustentabilidade
Sustentabilidade

Dia Mundial da Água: CAPES investe em sustentabilidade

Publicado: Sexta, 20 Março 2020 15:57 , Última Atualização: Sexta, 20 Março 2020 19:59

Foram investidos R$ 6,2 milhões para bolsas de pós-graduação no Brasil e exterior para estudar fenômenos climáticos

c63afc12 dafe 431c affb 3606ae058da4

A CAPES é uma investidora na formação de mestres e doutores e no fomento à pesquisa na área de gestão e regulação da água. Criado em 2015, em parceria com a Agência Nacional de Águas (CAPES/ANA), o Programa de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica em Mudanças Climáticas e seus Impactos sobre os Recursos Hídricos recebeu um aporte de R$ 6,2 milhões com esta finalidade.

Foram concedidas 50 bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado no país, e de doutorado-sanduíche e estágios pós-doutoral e sênior, no exterior.

Para celebrar o Dia Mundial da Água de 2020, comemorado em 22 de março, o tema escolhido pela Organização das Nações Unidas (ONU) foi: “Água e mudanças climáticas”.

Água é a essência da vida. A superfície da Terra é composta por 70% de água. Deste total, menos de 3% é doce e apenas 0,3% está descongelada e de fácil acesso. O Brasil possui 13% de toda água doce do mundo. Mas, será que esse recurso natural renovável está sendo utilizado de forma sustentável?

O engenheiro civil, Saulo de Souza, especialista em Recursos Hídricos da ANA, alertou para a forma como a água vem sendo tratada no Brasil e no Mundo. “A gente está percebendo que devido às mudanças climáticas existe uma grande chance desses fenômenos (enchentes e secas) se agravarem. E não fazer nada, pode ser uma das piores decisões que a gente pode tomar”, alerta.

Hayslla Piotto, coordenadora substituta de Indução e Inovação da CAPES, falou sobre o programa: “São cinco projetos apoiados. A ANA é responsável pelo financiamento, pela parte de custeio e algumas bolsas, e a CAPES complementa com pagamento de bolsas de mestrado, auxílio-moradia e algumas bolsas no exterior”.

Dirceu Reis, coordenador do programa na Universidade de Brasília (UnB), falou sobre o foco das pesquisas desenvolvidas: “O projeto é intitulado impacto das mudanças climáticas em extremos hidrológicos: secas e cheias. São informações importantíssimas para lidar com a gestão da água, principalmente no Nordeste, onde você tem longos períodos de estiagem”.

(Brasília – Redação CCS/CAPES)
A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura CCS/CAPES

Compartilhe o que você leu